Quando uma estrela deixa de brilhar no céu, encontram-se os encantos da morte.
E a morte simboliza tanta coisa.
Acreditávamos que iríamos morrer em 2012, 2013, mas estamos vivos.
Morremos, nos matamos, de beijos, de lágrimas, de amores e perdas.
São as inevitáveis luzes e seus reflexos.
Agora, temos um recomeço, uma forma repensar, não será agora que morreremos, ou será?
Embora seja tudo o mesmo, as luzes sempre refletem cores diferentes.
É imperceptível ao olhar, mas essa noite o céu era lilás.
E quantas correspondências temos em comum, que ora convergem-se, conflitam-se, desencontram-se mais que os encontros.
Aliás, nunca tivemos um encontro marcado.
A vida é cheia de surpresas, boas surpresas, e as surpresas em nosso cotidiano parecem nunca se repetir.
Pode ser a flor inesperadamente recebida, a infecção indesejada descoberta, detalhes que parecem rotinas inesperadas, surpresas! Inesperemo-as.
Gosto de surpresas, boas ou ruins, mas porque nunca é a mesma coisa.
Como também gosto da rotina, de imaginar seu sorriso, seu toque, seus beijos.
Espero pelo dia em que estaremos juntos de novo.
Eu nunca vou te esquecer, é cliché, mas, quando for a hora devemos deixar as coisas partirem.
Para que venham as surpresas, que venha a nova rotina, os novos novos dias!
Eu simplesmente te amo.
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Meu amor para mim
Se me perguntarem o que é o amor,
A resposta não sairá de minha boca...
Não será o sopro divino da fala,
Nem a aspiração molhada de um beijo.
Se me perguntarem o que é o amor,
Não cantarei uma música,
Nem recitarei um poema.
Se me preguntarem o que é o amor,
Não vou procurar palavras,
Nem dizer que defini-lo poderia limitá-lo.
Se me perguntarem o que é o amor,
A resposta virá num sorriso,
Mas este não sairá de minha boca.
Se me perguntarem o que é o amor,
Meus olhos irão responder num sorriso,
E se entristecerão logo em seguida,
Respondendo o que é o amor com uma lágrima.
Mas se me perguntarem o que é o amor,
A resposta não sairá de minha boca,
Pois, eu simplesmente não sei respondê-la...
Sairei correndo e sorrindo
Rumo a sua casa, talvez...
Pois o amor, meu amor, o amor!
Ah! Um dia nos encontraremos...
A resposta não sairá de minha boca...
Não será o sopro divino da fala,
Nem a aspiração molhada de um beijo.
Se me perguntarem o que é o amor,
Não cantarei uma música,
Nem recitarei um poema.
Se me preguntarem o que é o amor,
Não vou procurar palavras,
Nem dizer que defini-lo poderia limitá-lo.
Se me perguntarem o que é o amor,
A resposta virá num sorriso,
Mas este não sairá de minha boca.
Se me perguntarem o que é o amor,
Meus olhos irão responder num sorriso,
E se entristecerão logo em seguida,
Respondendo o que é o amor com uma lágrima.
Mas se me perguntarem o que é o amor,
A resposta não sairá de minha boca,
Pois, eu simplesmente não sei respondê-la...
Sairei correndo e sorrindo
Rumo a sua casa, talvez...
Pois o amor, meu amor, o amor!
Ah! Um dia nos encontraremos...
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Meus lábios
Costumo dizer que águas passadas não movem moinhos.
Mas serei maquiavélico ao lembrar que a água se transforma em ciclos
E talvez o que se passou volta,
Transformado como numa metamorfose,
E move meus lábios num sorriso.
O mesmo sorriso de antes,
Do que já se passou e voltou,
Perdeu-se e fora reencontrado
E, agora, aqui comigo ficou.
Me trouxe de volta aquele sorriso.
O mesmo sorriso de antes,
Mesmo assim, já não é a mesma coisa.
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